A Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística no Estado de Santa Catarina (Fetrancesc) emitiu uma nota manifestando preocupação com a possibilidade de paralisação de caminhoneiros no estado. A entidade reconhece o direito de manifestação da categoria, especialmente diante dos sucessivos aumentos no preço do diesel, mas alerta para os efeitos negativos que uma greve pode gerar para toda a população.
Segundo a federação, que representa empresas ligadas a 13 sindicatos patronais em Santa Catarina, uma eventual paralisação pode provocar impactos significativos no abastecimento, na produção e no custo de vida, com reflexos diretos em todo o país.
O presidente da Fetrancesc, Dagnor Schneider, comentou o cenário durante entrevista ao Cruz de Malta Notícias desta quinta-feira (19). Ele destacou que ainda há negociações em andamento entre os caminhoneiros autônomos e o Governo Federal, e que, apesar das sinalizações, não há confirmação concreta de uma paralisação.
Schneider ressaltou a importância de acompanhar a situação com atenção, mas demonstrou expectativa de que um acordo seja alcançado. Segundo ele, tanto os caminhoneiros quanto as empresas de transporte desempenham papel essencial na logística nacional, sendo responsáveis por garantir o fluxo de produtos consumidos e produzidos no Brasil.
O dirigente também reforçou que uma paralisação traria consequências indesejadas e deve ser evitada, considerando os prejuízos que podem atingir diferentes setores da economia e a população em geral.

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